sábado, 14 de agosto de 2010

A Relação Exterior

Homo sapiens, humano, pessoa, anthropos ou homem, sinônimos dados ao animal vertebrado, mamífero, primata, com um encéfalo altamente desenvolvido que com tais características se diferencia dos outros mamíferos e ainda mais dos outros animais e seres vivos. Algumas correntes têm a África como ponto inicial da existência e habitação do homem sobre a Terra. Dali o homem migrou para quase todos os lugares habitáveis da Terra.

De nômade o homem torna-se um ser fixado em um lugar apenas, aprendendo o cultivo do alimento (agricultura). A partir daí começa a demarcação do território, criação de uma religião, aparecimento de um idioma comum e outros fatores que são fortemente importantes para o surgimento de um reino, império, e por fim uma nação. Daí, então, os indivíduos de determinada nacionalidade tomam decisões pertinentes para suprir necessidades de sua nação, que alienadamente torna-se, então, amada por cada um que ali resida. E por fixada que é a nação se restringe ao consumo dos bens existentes no território demarcado pela sua fronteira. Até que acontece, então, a primeira crise econômica, na qual a população aumentou de tamanho e que os bens de seu território já não são mais suficientes para suprir suas necessidades. Começa, então, a busca por bens fora de seu território. Mesmo sem intenção, a busca de bens fora de seu território, torna-se uma afronta às nações vizinha.

Esse é o primeiro passo para começar uma guerra. O pior tipo de relação que se pode estabelecer. A guerra é um evento, no qual o homem se submete que, em busca de avanços e prestação de contas, traz miséria, desgraça, morte, sofrimento e inúmeros substantivos abstratos ao entender, mas muito reais ao ver, que fazem com que o planeta atrase completamente sua evolução moral.

Como podem, seres que vieram da mesma origem, que são irmãos, viverem numa guerra por causa de território, dinheiro e status para os que assistem?

Às vezes, apenas uma ajuda, um apoio para uma nação vizinha que esteja passando por dificuldades, resolveria dezenas, centenas, milhares de guerra em toda a história da humanidade, poupando vidas de dezenas ou talvez centenas de milhares de pessoas que tiveram que ser submetidas a uma guerra que não é sua.

O que falta nas pessoas que preferem a guerra ao amor, é a compreensão de que uma resolução difícil trilhando no bem é muito mais digna do que um fácil trilhando no mal. Essa visão ultrapassada de relação exterior, que só traz benefícios a poucos e prejuízos a muitos, deve ser repensada, uma vez que estamos no século XI. Tem tudo pra esse século, ser o século da mudança, do melhoramento, da evolução.

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